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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

VOANDO NA RETROSPECTIVA



Em 2010. O então Senador Aloisio Mercadante mobilizou prefeitos para combater enchentes no Alto Tietê.

Em visita a quatro municípios da região do Alto Tietê afetados pelas enchentes, o senador Aloizio Mercadante sugeriu que os prefeitos convocassem uma reunião de emergência para fazer um relatório coletivo dos prejuízos e demandas emergenciais. Assim, terão mais força para reivindicar recursos e soluções das instâncias estadual e federal. Como resposta imediata, a Associação dos Municípios do Alto Tietê (Amat) marcou uma reunião em Guarulhos para a próxima quinta-feira (04/02), às 10h, com os 11 prefeitos da região. Em todo o território do Alto Tietê, já são mais de 400 as pessoas desalojadas.


O problema principal é o assoreamento do rio Tietê, que em certos trechos chega a ter apenas 1 metro de profundidade. Com isso, os rios afluentes não conseguem desaguar e a região vira um grande lago, não há possibilidade de escoamento. É isso o que acontece a partir da barragem da Penha para cima. Os municípios precisam cobrar a limpeza da calha, pois, sem isso, os prefeitos não tem o que fazer, afirmou Mercadante. Em todo o Estado de São Paulo, as chuvas já causaram 69 mortes e cerca de 25 mil desabrigados e desalojados. São 31 cidades em situação de emergência e duas em estado de calamidade. Na semana passada, o nível das barragens do Sistema Produtor Alto Tietê subiu 3,3%, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). As cinco represas da região apresentam volume de água de 82,1% da capacidade. A barragem de Taiaçupeba, em Suzano, passou de 74,5% para 83,2%. A represa de Jundiaí, em Mogi das Cruzes, saltou de 86,7% para 91,6%. A Sabesp sempre teve política para manter represas cheias, mas eles não pensam que já está na hora de abrir as comportas e evitar que elas transbordem, afirmou Sebastião Almeida (PT), prefeito de Guarulhos. Na cidade, a extensão do rio Tietê mostra grandes ilhas de assoreamento. A barragem da Penha perdeu 65% de sua capacidade de reserva de água. A vegetação dessas ilhas é adulta, o que comprova que a limpeza do rio não é feita há muito tempo, diz Almeida. O volume de chuva no Alto Tietê superou em 62,2% a média histórica para todo o mês de janeiro, segundo medições do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). Emergência - No Alto Tietê, três cidades já decretaram estado de emergência: Guararema, Santa Isabel e Ferraz de Vasconcelos. Felizmente, não tivemos vítimas fatais. As 52 casas que desabaram, em áreas de encosta de rios, foram esvaziadas previamente pela Defesa Civil do município, afirmou Jorge Abissamra (PSB), prefeito de Ferraz de Vasconcelos, uma das quatro cidades visitadas por Mercadante nesta sexta-feira (29/01). As outras foram Guarulhos, Itaquaquecetuba e Poá, que também podem integrar, em breve, a lista de municípios paulistas em estado de emergência. As duas últimas já estão em estado de atenção, junto com outras cinco cidades da região, Suzano, Mogi das Cruzes, Arujá, Salesópolis e Biritiba Mirim. Acima de nosso município temos nove córregos canalizados, mas aqui virou uma várzea. A região central fica alagada todo ano, contou o prefeito de Poá, Francisco Pereira de Sousa, o Testinha (PDT), durante a visita do senador. A cidade com o maior número de desalojados é Itaquaquecetuba, com 197 pessoas em albergues improvisados pela prefeitura. A Defesa Civil está monitorando atualmente 36 áreas de risco. Teremos um relatório da Defesa Cilvil para pedir o estado de emergência na segunda-feira, dia 1º, adiantou Armando Tavares Filho, o Armando da Farmácia (PR), prefeito de Itaquaquecetuba. Suzano, por sua vez, contabiliza 1.197 vítimas das chuvas. Mais de 300 casas, de 20 bairros, sofreram danos.
OBSERVAÇÃO: ONDE ESTÁ A TAL REUNIÃO DOS PREFEITOS DO ALTO TIÊTE SUGERIDA PELO SENADOR... HUMM..

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